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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
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Local:
New York, NY, USA
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
[NY] Broadway news
Outono é a minha estação preferida em Nova York e junto com ela, sempre há novidades bacanas na cidade, como as que trago aqui nesse post:
Essa é uma produção que está no Manhattan Theatre Club, e que tem elenco estelar: Blythe Danner (mãe da Gwyneth Paltrow e a sogra do Ben Stiller no filme "Entrando numa Fria") e Sarah Jessica Parker. Sim, você leu direito, você pode ver Carrie Bradshaw, ops!, SJP, ao vivo e a cores no teatro até 26 de janeiro. A peça tem uma inspiração no caso Madoff e conta a história de uma mulher que após um escândalo financeiro envolvendo o marido, muda-se para a Florida e logo após a mudança recebe a visita da filha, e o drama da peça desenvolve-se daí. Para quem quiser mais infos sobre a peça e como comprar, clique aqui.
Peça da Broadway: Annie
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| Fonte: www.vanityfair.com |
Há outras duas peças que apesar de só estrearem em 2014, tenho certeza que darão o que falar no próximo ano:
Rocky: acreditem, Sylvester Stallone está trabalhando na montagem para a Broadway de Rocky, um de seus mais famosos filmes. Está previsto para estrear em fevereiro de 2014, no Winter Garden Theatre, inclusive já existe venda antecipada de ingressos. Aqui tem um video com um pouquinho da produção da peça:
Alladin:a Disney está produzindo a montagem teatral do seu clássico Alladin, e como toda produção da Disney, nao há economia de tecnologia, nem de esforços para tentar ser o mais fiel possivel ao filme. Detalhe: o ator que interpretará o Jafar (o vilão) é o mesmo que o dublou no filme e o ator que interpreta o Alladin já foi o Simba na versão da Broadway do Rei Leão. Chequem o video da produção (atualmente em Toronto):
Em Nova York estreia somente em março de 2014, mas quem quiser checar mais informações sobre venda de ingressos e datas, pode clicar aqui.
Em Nova York estreia somente em março de 2014, mas quem quiser checar mais informações sobre venda de ingressos e datas, pode clicar aqui.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
[Orlando] Comendo bem em Orlando
É cada vez mais comum eu escutar que amigos vão viajar a Orlando sem crianças, eu mesma não tenho filhos e já fui sabe-se lá quantas vezes só com o marido para lá e nos divertimos muito. A verdade é que Orlando possui entretenimento para qualquer idade e cabe ao visitante escolher as opções que lhe parecem melhores para poder aproveitar o máximo possível a viagem.
Uma atividade que a maioria dos casais adultos curte fazer é comer em restaurantes legais, provar uma bebida nova, por aí vai e por conta disso resolvi listar alguns restaurantes que acho que são focados em agradar mais aos adultos:
California Grill
Restaurante com a vista mais privilegiada do Walt Disney World Resort, está localizado no 15º andar do hotel Contemporary (aquele em que o monorail passa por dentro quando vai para Magic Kingdom), foi reformado há pouco tempo e tem uma vista espetacular da região e do espetáculo "Wishes", mistura de show de fogos com musica que é realizada diariamente em Magic Kingdom.
A cozinha é contemporânea, com um toque oriental, o que significa ter um sushi bar (com menu degustação - Omakase Experience) e várias inspirações asiáticas nos pratos. Ah! E o restaurante tem uma das maiores (e melhores)a adegas de Orlando. Tem que reservar! Mais infos clicando aqui.
Restaurante com a vista mais privilegiada do Walt Disney World Resort, está localizado no 15º andar do hotel Contemporary (aquele em que o monorail passa por dentro quando vai para Magic Kingdom), foi reformado há pouco tempo e tem uma vista espetacular da região e do espetáculo "Wishes", mistura de show de fogos com musica que é realizada diariamente em Magic Kingdom.
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| Fonte: www.disneyfoodblog.com |
Victoria & Albert's
Restaurante mais fino na minha opinião do WDW Resort todo, o local preza pela gastronomia e oferece cardápio que varia diariamente, de acordo com os ingredientes mais frescos que eles tiverem. O esquema é de menu degustação, com com 7 ou 10 pratos ou podendo ainda escolher a mesa do chefe (Chef's Table) que inclui 10 pratos com harmonização de vinhos e duração de 3h.
Esse é um restaurante difícil de ir direto do parque, pois tem restrição de traje, mas para quem está hospedado dentro do resort fica bem mais tranquilo ir ao quarto se arrumar e poder aproveitar esse esquema. O ideal é reservar, mas em épocas menos lotadas vale se arriscar e tentar uma mesa na hora mesmo. Mais infos aqui.
Restaurante mais fino na minha opinião do WDW Resort todo, o local preza pela gastronomia e oferece cardápio que varia diariamente, de acordo com os ingredientes mais frescos que eles tiverem. O esquema é de menu degustação, com com 7 ou 10 pratos ou podendo ainda escolher a mesa do chefe (Chef's Table) que inclui 10 pratos com harmonização de vinhos e duração de 3h.
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| Fonte: www.orlandosentinel.com |
Le Cellier Steakhouse
Restaurante pequenino, localizado no pavilhão do Canadá, em Epcot Center, é considerado um dos melhores do parque e o melhor steak de lá, por conta do prato Mushroon Filet Mignon. Esse mesmo em baixa temporada vale reservar porque como o restaurante é pequeno, lota facilmente. Veja mais infos aqui.
Restaurante pequenino, localizado no pavilhão do Canadá, em Epcot Center, é considerado um dos melhores do parque e o melhor steak de lá, por conta do prato Mushroon Filet Mignon. Esse mesmo em baixa temporada vale reservar porque como o restaurante é pequeno, lota facilmente. Veja mais infos aqui.
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| Fonte: www.disneyfoodblog.com |
Fulton's Crab House (Downtown Disney)
Esse restaurante está localizado na área de entretenimento noturno da Disney, fora dos parques, e é super charmoso porque fica dentro de um barco a vapor daqueles antigos e com vasto cardápio focado em frutos do mar (king crabs!) e uma das adegas premiadas de Orlando, com mais de 2.000 garrafas e o melhor, uma grande variedade de vinhos oferecidos em taça. E se você quiser conhecer, mas não curtir peixe ou frutos do mar, não se preocupe: como qualquer restaurante em Orlando, há opções de carne, frango e massas. Mais infos aqui.
Esse restaurante está localizado na área de entretenimento noturno da Disney, fora dos parques, e é super charmoso porque fica dentro de um barco a vapor daqueles antigos e com vasto cardápio focado em frutos do mar (king crabs!) e uma das adegas premiadas de Orlando, com mais de 2.000 garrafas e o melhor, uma grande variedade de vinhos oferecidos em taça. E se você quiser conhecer, mas não curtir peixe ou frutos do mar, não se preocupe: como qualquer restaurante em Orlando, há opções de carne, frango e massas. Mais infos aqui.
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| Fonte: www.disneyparks.com |
Bice (Loews Portofino Bay Hotel)
Filial de uma cadeia italiana de restaurantes bem famosa, está localizado em um dos hoteis mais chique do Universal Studios Resort (que é uma réplica de uma villa italiana, vale dizer). Oferece o que há de melhor da cozinha milanesa. Vale ir direto depois de um dia em um dos parques Universal ou então pode-se ter acesso ao restaurante por fora mesmo, sem necessidade de acesso prévio aos parques. Para mais infos, clique aqui.
Filial de uma cadeia italiana de restaurantes bem famosa, está localizado em um dos hoteis mais chique do Universal Studios Resort (que é uma réplica de uma villa italiana, vale dizer). Oferece o que há de melhor da cozinha milanesa. Vale ir direto depois de um dia em um dos parques Universal ou então pode-se ter acesso ao restaurante por fora mesmo, sem necessidade de acesso prévio aos parques. Para mais infos, clique aqui.
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| Fonte: www.bicegrouporlando.com |
Emeril's Tchoup Chop (Loews Royal Pacific Resort)
Outro restaurante localizado em hotel do Universal Resort, esse é do famoso chef Emeril Lagasse, conhecido por sua mistura de culinária cajun (originada em New Orleans) com toques asiáticos, que promete boas surpresas. Não é necessário reservar, mas em época de alta temporada vale se adiantar e já deixar uma reserva para evitar longas filas. Também pode-se ter acesso ao restaurante sem precisar entrar nos parques. Para mais infos, clique aqui.
Outro restaurante localizado em hotel do Universal Resort, esse é do famoso chef Emeril Lagasse, conhecido por sua mistura de culinária cajun (originada em New Orleans) com toques asiáticos, que promete boas surpresas. Não é necessário reservar, mas em época de alta temporada vale se adiantar e já deixar uma reserva para evitar longas filas. Também pode-se ter acesso ao restaurante sem precisar entrar nos parques. Para mais infos, clique aqui.
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| Fonte: www.orlandosentinel.com |
Prato WP
Ja falei um pouco sobre esse restaurante em um post sobre Winter Park, bairro de Orlando mais afastado dos parques e cheio de bons passeios e opções gastronômicas Restaurante que surpreende, não traz comida italiana tão obvia assim, oferecendo uma releitura de pratos mais clássicos. Como fica mais afastado, as chances de ter fila são mais remotas. Para mais infos, clique aqui.
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| Fonte: www.orlandosentinel.com |
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
[NY] New York Historical Society Museum & Library
Tem um museu em Nova York que nem todo mundo conhece, é o New York Historical Society Museum & Library (N-YHS). Ofuscado pelo vizinho Natural History Museum (sobre o qual já falei aqui), o N-YHS não é tão conhecido dos turistas, mas é o museu mais antigo de Nova York, tendo sido fundado em 1804, com o objetivo de explorar o cenário político, cultural e social de Nova York e dos EUA.
O N-YHS possui um acervo permanente de mais de 1,6 milhões de peças e é composto ainda por uma grande biblioteca (Patricia D. Klingenstein Library), um centro de estudos da cultura americana (Henry Luce III Center for the Study of American Culture) e uma coleção importantíssima de manuscritos, documentos, diários, mapas e fotografias que contam a história americana desde a sua fundação (Gilder Lehrman Collection).
Além do acervo permanente, a N-YHS possui diversas exposições, sendo que uma das que está acontecendo agora eu preciso compartilhar com vocês porque é muito bacana, trata-se de "The Armory Show at 100: Modern Art and Revolution", uma exposição que conta sobre os 100 anos da famosa exposição de arte moderna que aconteceu em Nova York em 1913, trazendo de volta as obras que tanto impactaram os Estados Unidos naquela época.
São obras "apenas" de Duchamp, Matisse, Picasso, Cézanne, Gauguin e Van Gogh, que naquela época foram levadas para Nova York com o objetivo de introduzir o público americano as obras avant-garde dos já famosos artistas europeus.
Vale muito a pena visitar ao menos essa exposição e para quem quiser se organizar melhor, no site do museu estão sendo vendidos tickets com hora marcada, assim você não precisa ficar na fila.
O N-YSH fica no Central Park West com a 77th street. Para mais infos sobre o museu, clique aqui.
sábado, 12 de outubro de 2013
[NY] After hours
Uma das maiores lendas já criadas é que Nova York é a cidade que nunca dorme. Ok, se compararmos ao resto dos Estados Unidos, onde muitas metrópoles fecham restaurantes às 22h e lojas às 18h, de fato em Nova York o agito dura mais, mas para brasileiros que estão acostumados a sair tarde para jantar e ficar até de madrugada na rua, rola uma mini decepção, rs..
Mas a lenda não é de todo sem fundamento, pois há lugares em Nova York que ficam abertos até bem tarde ou até mesmo 24h e que fazem a alegria dos notívagos. Fiz uma pequena lista dos meus preferidos:
Balthazar - Meu restaurante amado, sobre o qual já falei aqui, ainda tem essa vantagem: fica aberto diariamente até a 1 da manhã! Eles têm um cardápio específico para o horário, que chamam de manu after hours, mas apesar de ser um cardápio mais enxuto, a sopa de cebola gratinada, o steak tartare, o steak frites e o plateau Le Balthazar (só de frutos do mar frescos) estão lá! Fora que nesse horário é possível conseguir mesa sem reserva...Mais infos clicando aqui.
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| Fonte: www.balthazarny.com |
Cafeteria - um dos lugares mais charmosinhos de Chelsea, bem perto da agitação da night do Meatpacking e ainda por cima com pratos delicia, desde a salada de espinafre baby até o mac n'cheese, é tudo gostoso, com uma pegada comfort food que não tem erro e o melhor, aberto 24h. Para mais infos, clique aqui.
Carve Unique Sandwiches - Esse é o lugar para comprar um sanduíche de frios e levar pra comer no hotel. Localizado estrategicamente perto dos teatros da Broadway (47th street com 8th avenue), onde muitas peças acabam perto das 23h, é uma opção para quem não está no clima de fazer uma baita refeição tarde da noite e prefere ir logo pro hotel (ótima pedida em dias mais frios). Também fica aberto 24h.
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IHOP - Essa dica é meio clichê americano e em Nova York cadeias populares americanas costumam ser muito ruins (NUNCA vá ao McDonalds ou Burguer King em Nova York, é sério), mas a casa das panquecas que abriu há pouco tempo no West Village é 24h e pode ser uma boa alternativa para uma vontade louca de comer comida de café da manhã fora de hora. Além das panquecas, eles tb tem omeletes, saladas, sanduíches, sopas e até mingau de aveia! Mais infos clicando aqui.
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| Fonte: www.evgrieve.com |
Apple - a loja da Apple da 5ª Avenida (767 5th avenue) fica aberta 365 dias no ano, 24h. Pode ser uma mão na roda se você precisar pegar um wi-fi público, quiser mexer na internet para ver uma informação e estiver sem 3G no celular ou até mesmo fazer umas comprinhas na madrugada, já que com certeza a loja fica mais vazia.
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| Fonte: site www.apple.com |
Forever 21 Times Square - A mãe das lojas fast fashion tem uma filial giganta em Times Square (5 andares) que funciona até 1 da manhã! Isso aí, para quê ficar na fila durante o dia, se você pode se divertir em uma loja com pouca gente à noite? Olha que eu não curto Times Square, mas essa é disparada a melhor loja (tem todas as sub-coleções da Forever) e no horário da noite é sempre mais facil de garimpar e tentar achar algo mega barato e que valha a pena comprar. Para mais infos, clique aqui.
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| Fonte: site www.nyt.com |
Farmacias CVS e Duane Reade - amo farmácias americanas, quem dera que eu pudesse me teletransportar 1 vez por mês para uma delas por umas meia hora e fazer umas comprinhas. Alegria de qualquer mulher que goste de produtos de beleza, boa parte das farmácias de Nova York abrem até de madrugada ou então são 24h. As duas maiores cadeias são a CVS e a Duane Reade (Walgreens), então vale a pena checar o site delas e checar aquela 24h que fica mais perto de você. Para infos, clique aqui e aqui.
Whole Foods - todas as lojas de Manhattan do meu supermercado preferido abrem até as 23h, todos os dias. Não chega a ser um super horário after hours, mas considerando o horário normal de fechamento de supermercado e que o Whole Foods vende take-out (comida para viagem) de muito boa qualidade, pode ser uma ótima opção alternativa a um jantar. Aliás, umas das coisas que gosto de fazer em NY é passar no Whole Foods, fazer uma super seleção de queijos e tomar com um vinhozinho à noite, nada mais gostoso! Mais infos clicando aqui.
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| Fonte: www.nyt.com |
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
[NY] New York Public Library
No filme "O dia depois de amanhã" uma onda gigante invade Nova York e alguns jovens conseguem escapar dela ao se abrigarem na biblioteca publica de Nova York, a New York Public Library, como é conhecida.
Se no filme a biblioteca é conhecida por salvar as pessoas da onda e do frio, na vida real a biblioteca é parte do sistema bibliotecário de Nova York, composto não só pelo imponente prédio de Manhattan na 42nd street, mas também por outras bibliotecas espalhadas pelo Bronx e Staten Island e pela biblioteca online, que disponibiliza mais de 800.000 títulos na internet, além de todos os programas educacionais e de inclusão promovidos pela instituição.
A biblioteca foi fundada em 1895 e desde então se expandiu até se tornar o maior sistema bibliotecário dos Estados Unidos, contendo todo tipo de material, até mesmo os mais raros, como a carta de Cristóvão Colombo de 1493 narrando a descoberta do Novo Mundo.
Para quem tem interesse, vale a pena fazer um tour, que conta melhor seus detalhes, é de graça e acontece às segundas-feiras e sábados às 10h e às 14h e aos domingos às 14h (exceto no verão, que a biblioteca não abre aos domingos).
Além dos tours, atualmente há uma exposição bem interessante para adultos e crianças na biblioteca, chama-se "The ABC of It: Why Children's Books Matter", que é
uma mostra sobre a importância dos livros infantis, como eles ensinam às
crianças, o que eles revelam sobre as sociedades que os produzem, tudo isso
através de um ambiente dinâmico e interativo e cheio de raridades, como o livro
original de Alice no País das Maravilhas. Para mais infos, clique aqui.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
[NY] Estátua da Liberdade
Engraçado como o blog já está no
ar há mais de um ano, mas até hoje eu não tinha escrito sobre o símbolo mais
tradicional de NY, a Estátua da Liberdade. Talvez seja porque é muito clichê e
minha proposta aqui é trazer uma visão mais pessoal sobre a cidade, mas ainda assim ver a Estátua da Liberdade, mesmo que seja de Manhattan, sempre dá uma
sensação de “estou aqui vivendo algo que sempre vi nos filmes”.
Como finalmente as visitas ao
monumento serão reabertas em 4 de julho próximo (estava tudo fechado desde a
passagem do furacão Sandy), hoje eu resolvi dar dicas sobre a visitas à atração.
O monumento, presente da França e que
virou símbolo máximo dos Estados Unidos, foi inaugurado em 1886 para comemorar
o centenário da independência americana e tem como nome oficial “A Liberdade
Iluminando o Mundo”. Poucas pessoas sabem, mas para fazer a estrutura metálica
da estátua, o escultor (Fréderic Bartholdi) contou com a ajuda de Gustave Eiffel,
responsável por outro dos maiores monumentos mundiais (a Torre Eiffel).
A Estátua da Liberdade fica em uma ilha no sul de Manhattan chamada convenientemente de Liberty Island e a visita à Estátua é na verdade uma visita à ilha em si, onde aproveita-se para tirar muitas fotos e, se o turista tiver paciência (e fôlego), pode fazer o passeio à estrutura interna da Estátua. Importante falar que o passeio inclui não só a Liberty Island, como também a Ellis Island, uma outra ilha na parte sul de Manhattan que historicamente é importante porque era o lugar onde os imigrantes eram registrados ao chegar em NY.
Todas as visitações saem sempre
do Battery Park e o ideal é separar pelo menos metade do dia para a visita,
pois é MUITO cheio, qualquer dia do ano, qualquer época, qualquer horário. A
fila chega a assustar de tão grande, mas anda rápido. Se você comprar o
ingresso pela internet, a fila diminui, mas só um pouco, rsrs..
Você pode comprar os ingressos no site oficial da companhia de transporte para a ilha, a Statue Cruises (recomendo), pois
não tem erro. O ticket custa em média USD25.00 e inclui visita à Liberty Island
e à Ellis Island (o que leva mais ou menos umas 3h).
Um detalhe importante é que você tem varias opções de ticket, dependendo do que desejar visitar:
- Só a ilha, sem entrar na Estátua (USD17.00)
- A ilha com acesso à parte mais baixa do monumento, que eles chamam de "monument access" (USD17.00)
- A ilha com acesso completo à estátua, subindo até a coroa, que eles chamam de "crown access". Nesse caso o ingresso é separado (mais USD3.00) e deve sempre ser reservado com antecedência.
Dica YYCT: como qualquer
ponto no sul de Manhattan, lá venta demais, o que no inverno faz com a sensação
térmica seja de mais frio ainda. Caso você visite a ilha em época de frio, ou
seja, de novembro a abril, recomendo que o faça entre 10 da manhã e 1 da tarde,
o horário em que o clima fica mais tranquilo.
quarta-feira, 13 de março de 2013
[Orlando] Flower and Garden Festival
Todo ano, a Disney promove dois festivais no parque Epcot: o Food and Wine Festival (no outono, sobre o qual já contei aqui) e o Flower and Garden Festival (na primavera). Já tive a oportunidade de ir nos dois. O Food and Wine eu adorei, é uma diversão para adultos, mas o Flower and Garden... Bom, exceto pelas lindas esculturas que eles fazem nos jardins do Epcot, eu não achei nada demais.
Acho que eles devem ter recebido críticas nesse sentido ou então perceberam que a coisa toda era muito sem graça (um pavilhão com palestras de jardinagem e cultivo sustentável? Só interessa para quem curte muito o tema!) então esse ano eles resolveram dar uma "recauchutada" e incluíram algumas novidades no Festival:
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| Fonte: www.takeondisney.com |
Quiosques Temáticos (Garden Marketplaces)
Inspirados no Wine and Food Festival, foram criados os Garden Marketplaces, quiosques instalados em cada pavilhão do World Showcase para oferecer pratos típicos de cada respectivo país, mas sempre utilizando algum ingrediente fresco cultivado em horta (para remeter ao festival em si), muita fruta, muita verdura, muito legume e tempero. É uma variedade enorme de opções em cada quiosque (pode ser uma opção ao já batido fast food da hora do almoço), mas já soube que a Lasagna Primavera (Primavera Kitchen no pavilhão da Itália) é dos deuses. Para mais infos sobre os quiosques e as opções disponíveis, clique aqui.
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| O quisoque onde vende a lasanha! Fonte: www.insidethemagic.net |
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| Quiosque do Pavilhão da Alemanha Fonte: www.diningwdw.com |
Além dos quiosques dentro dos pavilhões, há mais 3 quiosques espalhados na área: Pineapple Promenade, mais focado em bebidas e lanches rapidos (muitos com abacaxi, obviamente); Florida Fresh, servindo comidas e bebidas com itens produzidos no estado (a salada de melancia e festa promete ser delícia); e o Fruits by the Glass, focado em refrescos.
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| A salada de melancia e feta, hummm... Fonte: www.cfnews13.com |
Concertos ao Ar Livre
Além dos quiosques, durante todo o período do festival haverá concertos musicais (o Flower Power Concert Series) no America Garden's Theatre, o teatro acústico que fica em frente ao pavilhão dos Estados Unidos. A programação é bem eclética e voltada para musicas dos anos 60 e 70:
- 8-10 março: Micky Dolenz
- 15-17 março: Chubby Checkers and the Wildcats
- 22-24 março: The Guess Who
- 29-31 março: Ricky Nelson
- 5-7 abril: The Turtles featuring Flo & Eddie
- 12-14 abril: Paul Revere & The Raiders
- 19-21 abril: Village People (!!!!)
- 26-28 abril: The Orchestra, starring Former Members of ELO
- 3-5 maio: Tommy Roe
- 10-12 maio: Herman's Hermits starring Peter Noone
- 17-19 maio: Starship starring Mickey Thomas
As apresentações ocorrem às 5:15pm, 6:30pm e 7:45pm.
Jardim do "Oz" (Land of Oz)
Para os pequenos, foi criado um jardim interativo com elementos do filme "Oz: Mágico e Poderoso", aproveitando que o filme acabou de ser lançado. Há uma área com tema circense com tendas vermelhas e brancas e uma "play area" cheia de bolhas de sabão e flores gigantes, onde há até mesmo uma réplica do balão do Oz.
Como vocês podem ver, são várias novas atrações para o evento, resta saber se de fato melhorou ou não. Se alguém for este ano, conte para nós!
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| Entrada do jardim Fonte: www.kennythepirate.com |
Para mais informações sobre o Flower and Garden Festival, clique aqui.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
[NY] New Museum
Já falamos aqui sobre alguns dos museus mais
conhecidos de Nova York, como o Metropolitan Museum of Art e o MoMA, mas há um
museu na cidade, não tão popular entre os brasileiros, que vale a pena
conhecer: o New Museum of Contemporary Art.
O New Museum começou como uma ideia da diretora
fundadora chamada Marcia Tucker. Ela fez parte da curadoria do Whitney Museum
of American Art (ainda falarei desse museu em outro post) de 1967 até 1976 e
começou a pensar que deveria haver um museu com estrutura mais adequada para
exibir trabalhos recentes de artistas ainda vivos.
Marcia Tucker fundou oficialmente o museu em 1977,
como sendo o primeiro museu dedicado exclusivamente à arte contemporânea,
buscando exibir trabalhos de artistas novos e ainda vivos que não tinham tido a
oportunidade de ter seu trabalho visto pelo grande público. O museu inicialmente localizava-se em Tribeca e depois ainda mudou algumas vezes de localização até ganhar o prédio lindo projetado em conjunto por dois escritórios de arquitetura do Japão e de NY, tudo fruto do trabalho de Lisa Philips, diretora que substituiu Marcia Tucker no fim dos anos 90 na direção do museu. A mudança, juntamente com razoáveis doações recebidas, possibilitaram que o museu passasse a ter um espaço mais condizente com o seu tamanho e proposta.
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| Fonte: www.newmuseumstore.org |
Atualmente, há uma exposição bem bacana lá chamada "NYC 1993: Experimental Jet Set, Trash and No Star", que foi concebida como uma espécie de capsula do tempo, que mostra como eventos/comportamentos relevantes daquele ano refletiram nesses 20 anos. E vai desde música, até política, passando obviamente pela arte dessa década.
Para quem for visitar o museu, ainda tem uma dica boa, que é o Birdbath, espaço gourmet operado pela The City Bakery que oferece café, sanduíches, saladas, etc, tudo super fresco. E você pode visitar o café mesmo sem ir ao museu.
O museu fica aberto de quarta à domingo, e às quintas das 19h às 21h a entrada é gratuita. Para mais informações, clique aqui.
sábado, 29 de dezembro de 2012
[NY] Origem dos nomes das ruas
Você sabe de onde vem os nomes das ruas de Nova York? Tem curiosidade de saber? Conheça um pouco mais dessa história:
Avenue of Americas: Também conhecida como 6th Avenue, foi renomeada pelo então Prefeito Fiorello LaGuardia em 1945, é uma das ruas mais movimentadas de Nova York. Os postes ao longo da avenida antigamente mostravam medalhões de todos os países das Américas do Sul e do Norte.
Bleecker Street: Fica dentro da região de boates e bares de Greenwich Village e perto de Washington Square Park. Originalmente pertencia à fazenda de Anthony Bleecker.
The Bowery: Nome de uma rua e também de um pequeno distrito à sudeste da ilha de Manhattan, “Bowery” significa “fazenda” em holandês. O primeiro governador da Nova York colonial tinha uma grande fazenda na área.
Broadway: Local de muitos restaurantes, peças e lojas, seu nome foi dado por causa de suas faixas largas, já que a tradução literal de “Broadway” é “rua larga”. Foi inicialmente chamada de “Wickquasgeck Indian Trail”, depois foi renomeada para “Heere Straat” pelos holandeses e finalmente Broadway.
Canal Street: Localizada no distrito de Little Italy, recebeu seu nome por causa de um canal que havia sido construído no início do século 19 para drenar lagos poluídos.
Christopher Street: A rua localizada em Greenwich Village foi nomeada em homenagem à Charles Christopher Amos, que era o dono dessas terras no fim do século 18.
Columbus Avenue: Homenagem ao explorador e navegador Christopher Columbus, ou para nós aqui, Cristóvão Colombo.
Fulton Street: Esta rua de duas quadras de comprimento foi nomeada em homenagem à Robert Fulton, que construiu o primeiro barco a vapor bem sucedido comercialmente.
Houston Street: Uma das mais largas ruas de Nova York, Houston Street é uma homenagem a um famoso político do Estado americano da Geórgia do século 18. O bairro do SoHo significa “South of Houston”, ou seja, “ao sul da rua Houston”. Uma curiosidade, “Houston Street” não é pronunciada como a cidade no Texas. A primeira sílaba é a mesma que na palavra “how”, ou seja, pronuncia-se “Hóuston”.
Lexington Avenue: Homenagem à Batalha de Lexington de 1775.
Madison Avenue: Homenagem à James Madison, quarto presidente dos EUA.
Park Avenue: Uma parte da Fourth Avenue (Quarta Avenida) foi rebatizada como Park Avenue no final do século 19 em grande parte como uma jogada de marketing, já que refletia os “40 foot wide park spaces”, ou seja, os 40 pés de largura de gramado e flores que foram adicionados no meio da avenida. É uma das ruas mais populares do mundo, devido ao grande número de corporações que abriga e os enormes arranha-céus.
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| Fonte: NYC Parks website |
Times Square: Homenagem ao jornal The New York Times, que era localizado nessa região.
Wall Street: O famoso local onde se encontra a Bolsa de Valores de Nova York e outras instituições financeiras foi nomeado por causa de um muro construído no século 17 pelos holandeses para proteger a região das invasões dos índios algonquianos.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
[NY] Metropolitan Museum of Art
Se tem um passeio cultural obrigatório para quem vai a Nova York é a visita ao Metropolitan Museum of Art, o "Met" para os mais íntimos.
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O Met foi inicialmente concebido em 1866, quando um grupo de americanos que estavam em Paris começou a pensar em criar uma organização que fosse uma mistura de instituição nacional de arte com galeria de exposição e que trouxesse arte e educação em história da arte para os americanos.
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O embrião do Met surgiu já em 1870 e em 1880 o museu passou para o atual endereço (5a avenida e 82nd street) e de lá para cá, o museu expandiu-se diversas vezes, ocupando o entorno da estrutura original (vide foto abaixo).
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| Fonte: site www.metmuseum.org |
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A partir do final do século XIX, os curadores do Met passaram a fazer grandes aquisições de obras de arte, obviamente com a colaboração financeira de grades filantropos e no início do século XX, o Met já era considerado um dos principais centro de arte mundiais, principalmente no que diz respeito à arte européia e a coleção de arte egípcia. Durante todo o século XX, o Met continuou fazendo aquisições relevantes e abrindo seus salões para exposições temporárias e atualmente possui a maior coleção do mundo de arte americana, além de quadros de Vermeer, Matisse, Van Gogh, Picasso, dentre outros grandes artistas. O museu é tão grande que é impossível conhecê-lo todo em um único dia.
A partir do final do século XIX, os curadores do Met passaram a fazer grandes aquisições de obras de arte, obviamente com a colaboração financeira de grades filantropos e no início do século XX, o Met já era considerado um dos principais centro de arte mundiais, principalmente no que diz respeito à arte européia e a coleção de arte egípcia. Durante todo o século XX, o Met continuou fazendo aquisições relevantes e abrindo seus salões para exposições temporárias e atualmente possui a maior coleção do mundo de arte americana, além de quadros de Vermeer, Matisse, Van Gogh, Picasso, dentre outros grandes artistas. O museu é tão grande que é impossível conhecê-lo todo em um único dia.
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| Fonte: www.visitny.com |
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Hoje, o Met é uma instituição mundialmente conhecida e que vive se reinventando, buscando aliar sua extensa coleção permanente a exposições ligadas a diferentes áreas da arte, como por exemplo as exposições anuais de moda que ocorrem durante o verão americano (esse ano é sobre a Miuccia Prada e a Elsa Schiaparelli) e que são organizadas pelo Costume Institute do Met. O Met também é visto frequentemente em filmes e séries de TV (quem assiste Gossip Girl vai se lembrar que o Met é a escadaria preferida de Blair Waldorf e Serena Van Der Woodsen).
Hoje, o Met é uma instituição mundialmente conhecida e que vive se reinventando, buscando aliar sua extensa coleção permanente a exposições ligadas a diferentes áreas da arte, como por exemplo as exposições anuais de moda que ocorrem durante o verão americano (esse ano é sobre a Miuccia Prada e a Elsa Schiaparelli) e que são organizadas pelo Costume Institute do Met. O Met também é visto frequentemente em filmes e séries de TV (quem assiste Gossip Girl vai se lembrar que o Met é a escadaria preferida de Blair Waldorf e Serena Van Der Woodsen).
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Além do prédio principal, o Met acabou criando um filhote, o The Cloisters, que é um museu especializado em arte medieval. Mesmo para quem não curte esse tipo de arte especificamente, vale a visita ao The Cloisters só pelo jardim, que é lindo.
Além do prédio principal, o Met acabou criando um filhote, o The Cloisters, que é um museu especializado em arte medieval. Mesmo para quem não curte esse tipo de arte especificamente, vale a visita ao The Cloisters só pelo jardim, que é lindo.
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Adicionalmente às exposições, o Met possui áreas internas incríveis, que vale a pena visitar só para você ficar olhando o ir e vir das pessoas, fora os cafés, restaurantes e, na época do verão, o terraço, sobre o qual ja falei aqui. Acaba virando programa de um dia inteiro e era uma das minhas opções de fim de semana quando morava lá.
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| Fonte: www.metmuseum.org |
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Antes de visitar o Met, vale a pena acessar o site deles (aqui) e conferir quais as exibições temporárias que estão acontecendo e poder fazer da visita um mix com as galerias permanentes. Para mais informções sobre o The Cloisters, clique aqui.
Antes de visitar o Met, vale a pena acessar o site deles (aqui) e conferir quais as exibições temporárias que estão acontecendo e poder fazer da visita um mix com as galerias permanentes. Para mais informções sobre o The Cloisters, clique aqui.
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Dica YYCT: se você for ficar mais de uma semana e nunca foi a Nova York, vale a pena dedicar um dia inteiro ao Met. Se você for ficar menos de uma semana em Nova York e é sua primeira visita ou se você ja conhece o museu de viagens anteriores, sempre vale a pena visitar o Met por algumas horas, então a idéia é separar uma manhã ou uma tarde para a visitação (cerca de 2h30, 3h) e conhecer duas ou três exposições. Depois, pode-se aproveitar para ficar passeando no Central Park, que fica logo atrás do museu.
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terça-feira, 10 de julho de 2012
[NY/Orlando] Gorjetas nos EUA
Uma das coisas mais interessantes de se viajar é a troca cultural que acontece naturalmente quando estamos em outro país. Isso acontece obviamente quando chegamos aos EUA e uma das coisas com as quais o brasileiro normalmente se espanta é com a forma de dar gratificação aos prestadores de serviço lá, a famosa gorjeta ou “tip”.
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No Brasil, o costume é que a gorjeta seja dada principalmente em restaurantes e bares, não é obrigatória e fica em torno de 10% do valor da conta ou do serviço prestado, as vezes um pouco mais, 12%. Nos EUA, apesar de não ser obrigatória por lei, é quase como se fosse, pois já virou um costume, que é respeitado por todos os americanos. O fato é que muitas pessoas que trabalham prestando serviços têm um salário baixo e as gorjetas fazem toda a diferença no fim do mês.
Além disso, a gorjeta também deve ser dada para profissionais da área de beleza (cabelereiros, manicure, massagista, depiladora, etc), para motoristas (carro particular, taxi), para entregadores de delivery, e para guardadores de casaco com os coat checkers (muito utilizados no inverno), mas diferentemente do que estamos acostumados, lá eles costumam dar pelo menos o equivalente a 10% do serviço pago, sendo que o normal quando a pessoa fica muito satisfeita com um serviço é dar até mais, algo em torno de 20%. Fazendo as contas, tem muito serviço que fica bem mais caro.
O meu exemplo clássico é a manicure, onde fazer mão e pé custava 30 dólares, mas eu costumava só dar 3 dólares de gorjeta e a manicure sempre ficava de cara feia para mim, porque com certeza achava que devia ganhar o dobro (e eu achava um absurdo pagar 6 dolares de gorjeta...). E essa é a reação de quem ganha menos de 20%, eles normalmente ficam de cara feira, alguns até perguntam se o serviço foi ruim, o que acaba gerando um constrangimento.
Para restaurantes, hoje em dia há até aplicativos para smartphones que calculam a gorjeta, mas uma boa dica para não ter muito trabalho é pegar a taxa de serviços cobrada na conta (obrigatória e já embutida no preço total, mas que vem detalhada na nota fiscal) e multiplicar por 2. Em Nova York, a taxa de serviços é de 8,875% e em Orlando a taxa é de 6,5%, como o ideal é dar cerca de 15% de gorjeta, é só multiplicar que já fica na faixa esperada pelos garçons, lembrando que para grupos de 6 ou mais pessoas a gorjeta é sempre de 20%.
Em cabelereiros, uma solução muito legal que eles encontraram lá para evitar qualquer constrangimento foi colocar uma caixa ao lado do local onde se faz o pagamento dos serviços, junto com mini envelopes, onde você coloca a quantia que deseja deixar de gorjeta e escreve o nome do profissional no envelope. Achava ótimo e já pude usar o “tip box” nos salões da Bumble e da Sally Hershberger.
Em hotéis, uma boa dica é sempre dar USD 1 de gorjeta para cada mala que o carregador levar, e deixar pelo menos USD 1 de gorjeta para a arrumadeira do quarto, por dia.
Por fim, para motoristas de taxi não há uma regra fechada, mas o ideal é pelo menos arredondar o valor total da corrida para cima (exemplo: se a conta deu USD 7.15, pague USD 8), o que já fica como tip para eles. Se eles ajudarem a carregar malas, o ideal é pagar USD1 por mala também.
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